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Falando a mesma coisa de um jeito diferente.

Por: Djalma Almeida.
 
 
Fazer uma apresentação é uma tarefa que necessita concentração, fugir da mesmice e do que normalmente é clichê independente de que produto você vá apresentar. O que faz sua apresentação mudar de nível razoável e fraca para incrível e prender a atenção do seu cliente é, fazer com que ele entenda que você não é “mais um” são as declarações de impacto.
 
 
 
Essas declarações fazem sua linha de argumentação decolar e na hora causam a seguinte reação: ” é exatamente isso o que eu preciso, como não pensei nisso antes.”
Essas frases dão destaque e credibilidade ao seu produto ou serviço. Dê onde vem essas declarações? De sua criatividade.
 
Vamos a alguns exemplos de frases de impacto:
  • Não venda livros. Venda viagens e experiências incríveis de aprendizado e conhecimento de valor.
  • Não venda calculadoras. Venda cálculos precisos, descontos e bonificações medidas a partir de uma máquina de somar dinheiro.
  • Não venda carros. Venda posição social, viagens e passeios com comodidade que eles proporcionam.
  • Não venda TV a cabo. Venda diversidade, opções de programação e liberdade de escolher o canal certo na hora certa.

A melhor maneira de usar uma declaração de impacto a seu favor é mostrar a seu cliente não benefícios nem tão pouco características dele. Mas sim mostrar que efeito prático de que maneira esse produto pode impactar em sua vida, o seu trabalho -o que ele pode ou quanto ele pode ganhar com isso-, a partir de um “sim eu quero.”

 
 
 
Essas declarações mostram que você tem o poder, o domínio do que faz, exerce magia frente a seu cliente potencial.
 
 
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Você sabe quanto vale a sua carteira de clientes? Quando o papel vira dinheiro.

Por: Djalma Almeida.

Isso depende diretamente da opinião deles sobre você e sua empresa, você saberia dizer se eles o recebem bem, seja respondendo um e-mail, atendendo um telefonema ou até pessoalmente? De que maneira você sente a relação comercial com essas pessoas que você julga clientes potenciais?

Faça uma seleção para saber o que serve – quais os clientes potenciais -, aqueles que precisam ser ativados ou simplesmente estão com você só para fazer volume. Se for a segunda opção talvez você devesse considerar coloca-los em check!

Não vou nem entrar no mérito se você construiu um relacionamento de confiança com esses clientes – vamos pular essa parte – vamos pensar que você é seguro de si, autoconfiante, competitivo e deseja apenas saber se tem ou não parceiros de negócios que se interessam por você dentro dessa lista e acreditam que você possa oferecer valor ou lucro para eles.

Você saberá se uma garota quer ir ao cinema com você se a convidar para sair, simples assim. Se não quiser não tem problema contanto que fale de forma clara e direta. Por e-mail, telefone ou pessoalmente descubra quantas pessoas da sua lista efetivamente estão dispostas a fazer negócio com você.

Apenas antes de ligar, mandar e-mail ou encontrar alguém certifique-se de ter bons argumentos para converter suas promessas de negócios em pedidos de venda. Não vá a uma reunião onde seus argumentos não resistam a questionamentos sólidos.


Use também uma planilha para colocar o histórico de relacionamento e status do cliente, sobretudo se ele já comprou (está ativo), se ainda não comprou mas tem um plano ou estratégia efetiva para converter ou simplesmente não interessa ou já comprou de outra empresa. Tudo bem, não precisa exclui-lo de sua lista mas troque a cor da coluna da planilha e deixe-os por último em suas prioridades de agendamento; quem sabe eles te rendem uma indicação, ou até troca de fornecedor ou uma nova oportunidade em um outro projeto no futuro?

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Velocidade de raciocínio a seu favor.

Por: Djalma Almeida.

E se você pudesse ler os pensamentos das pessoas? Se estivesse sempre um passo a frente e pudesse antever o que esta pessoa está achando de você, da sua conversa, da sua roupa e principalmente da sua opinião? Seria possível ou é ficção, não se pode conseguir isso?

Vamos admitir que conseguir isso certamente seria uma senhora vantagem nas relações. E a parte boa é que dá para fazer isso com técnica, treino e método. Uma mistura de leitura corporal, P.N.L e uma boa dose de Dale Carnegie podem fazer uma diferença incrível nas suas relações – sejam elas profissionais ou pessoais.

Por exemplo: se você esta conversando com uma pessoa e esta se mantém na posição com um dos pés em direção da porta e seus braços estiverem cruzados. Provavelmente o papo não deve estar agradando, melhor deixa-la ir embora. Os pés em direção a porta significa que ela pretende ir embora. Já os braços cruzados se não estiver frio representa que provavelmente ela está não está de acordo com o que sai da sua boca.